5 ABR (18h30) a 13 MAI 2018, 15h00 – 23h00

Fim de festa. | TRY BETTER, FAIL BETTER’18

 

Exposição de desenho de Cláudia Sofia e Thomas Mendonça

 

5 ABR (18h30) a 13 MAI 2018 | 15h00 – 23h00 | TEATRO TABORDA
[ARTES PLÁSTICAS – Try Better, Fail Better’18]

Trata-se de um conjunto de desenhos a pastel de óleo e lápis de cor sobre papel. O fim da festa, de mais uma, e o início de uma outra ressaca. O sentimento trágico no momento em que assumimos que a festa acabou, tanto caracterizado pelos corpos ainda suados quanto pela súbita melancolia que já os habita. A sensação de desconforto, de arrependimento, de culpa, sempre que se ligam as luzes da discoteca. A urgência em fugir e procurar outra escuridão para habitarmos por mais uns minutos, horas ou noites. O momento ambíguo em que o dia se começa a sobrepor à noite e no qual paramos de fugir da luz – Dormir todo o dia – O Esgotamento físico e a dormência emocional que se seguem durante semanas. A magia do pó de fadas que nos faz ressurgir gloriosos, inflamados e incandescentes da nossa própria cinza, fim-de-semana após fim-de-semana. Fomos estrelas cadentes, seremos heróis em ruína.

 

Cláudia Sofia (n. 1993), natural de Castro Verde, estudante de Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. A prática do desenho sempre se revelou para si como uma forma de interação com a realidade, por isso, é através do quotidiano e da sua memória pessoal que encontramos o centro temático da sua produção.  Com influências da ilustração e da banda desenhada invoca através da sua experiência pessoal um mundo fantasiado e caótico.

 

Thomas Mendonça (n. 1991, França), artista plástico licenciado pela ESAD de Caldas da Rainha, trabalha e reside em Lisboa onde tem vindo a desenvolver alguns projectos curatoriais, mas principalmente onde expõe regularmente. Destacam-se as exposições no Teatro Taborda, galeria FOCO, Museu Geológico, Museu Nacional de História Natural e da Ciência e Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado. Os seus focos de interesse distribuem-se entre melodramas sentimentais, a cultura pós-pop e a beleza da singularidade icónica no geral. A sua produção manifesta-se através de variadas tecnologias, embora com maior ênfase na cerâmica e no desenho.

 

ENTRADA LIVRE